Caminhada e entrega de medalhas encerra Olimpíadas Especiais no IHA

Os assistidos do Instituto Helena Antipoff (IHA) concluíram, na sexta-feira (16/07), as Olimpíadas Especiais Brasil. A última tarefa, chamada de “Caçadores de Movimento e Atitude”, foi concluída com uma caminhada e a cerimônia de entrega de medalhas a todos os participantes - mais de 30 adultos com deficiência intelectual, múltipla ou transtorno do espectro autista. O objetivo das atividades é motivar os assistidos, desenvolver suas habilidades e promover a inclusão.



Este é o segundo ano de participação efetiva do Lions Clube Divinópolis Pioneiro e o Instituto Helena Antipoff nas olimpíadas com uma equipe de atletas. O projeto, apoiado pelo Lions Clube Internacional e o Comitê de Olímpiadas Especiais, é desenvolvido na instituição pelo educador físico Rubens Tadeu.


O presidente do IHA, Juliano Vilela, e a presidente do Lions Pioneiro, Carla Marques, marcaram presença e acompanharam o último dia de atividades.


“Temos orgulho de participar das últimas duas edições das Olimpíadas Especiais. É um momento especial para os assistidos, que têm a oportunidade de praticar atividades e competir de forma saudável, desenvolvendo suas habilidades motoras e cognitivas”, destacou o presidente do IHA.


Ele também destacou a importância do projeto como forma de aumentar a participação dos participantes em atividades sociais.


“Sabemos que o esporte pode ser um espaço que exclui as pessoas com deficiência, então realizar as olimpíadas é um passo enorme para garantir a inclusão de nossos assitidos”, finalizou.


História


A Olimpíadas Especiais foi criada por Eunice Kennedy Shriver, pioneira na luta mundial pelos direitos e aceitação das pessoas com deficiência intelectual. Em julho de 1968, os primeiros Jogos Olímpicos Especiais Internacionais foram realizados em Chicago, Illinois, nos Estados Unidos. A meta era oferecer um espaço de inclusão, participação e crescimento dos envolvidos através do esporte. O movimento cresceu e se tornou o Special Olympics International, ação mundial que hoje atende mais de 6 milhões de pessoas com deficiência intelectual em 200 países.

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